Essa semana, a OEA voltou atrás e disse que a eleição de Evo Morales no 1º turno em 2019 foi legítima. Tarde demais. Após o golpe, quem assumiu foi a senadora direitista Jeanine Áñez que prometeu novas eleições em 90 dias. Até agora, nada, e a pandemia se tornou a principal desculpa da interina para adiar o pleito. De olho na presidência, ela mantém um governo autoritário e com forte repressão à oposição, sustentado pelo apoio das polícias militares do país. Um exemplo do modelo sonhado por Bolsonaro.
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