Após passar metade de 2020 com números controlados da pandemia, o Paraguai viu casos e mortes crescerem rapidamente no último semestre, até atingir o colapso na virada do ano. Agora, com leitos superlotados e falta de insumos médicos básicos, a crise da saúde se converteu em estopim social, levando milhares às ruas para pedir a renúncia do presidente. O ministro da saúde e outros membros do gabinete já caíram. O que virá depois?
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