Turbinamos nossa equipe para a cobertura mais corajosa e combativa das eleições de 2022

Turbinamos nossa equipe para a cobertura mais corajosa e combativa das eleições de 2022

Newsletter e programa de debate 'Contragolpe' analisam o que há de mais relevante na corrida eleitoral, e novos colaboradores chegam para fazer reportagens exclusivas.

Turbinamos nossa equipe para a cobertura mais corajosa e combativa das eleições de 2022

O Intercept fará a cobertura mais combativa das eleições de 2022. E nunca foi tão necessário um jornalismo destemido e sem amarras no Brasil. A continuidade do regime democrático corre risco: o presidente da República Jair Bolsonaro e os militares agem para degradar o processo eleitoral por meio de constantes ataques às urnas eletrônicas. Não recuaremos de nossa missão de fiscalizar o poder e os poderosos e estaremos atentos às más condutas de políticos, empresários e lobistas durante a campanha eleitoral que começa hoje.

Ex-editora-executiva do El País Brasil, com mais de 30 anos de carreira, a jornalista Carla Jimenez chega para escrever duas newsletters. A primeira, “Contragolpe”, será enviada semanalmente e focará na campanha eleitoral e na defesa da democracia. A partir de amanhã, “Contragolpe” chegará diretamente para quem já assina a nossa newsletter e será enviada sempre às quarta-feiras. Jimenez escreverá ainda uma newsletter quinzenal, a ser publicada às segundas-feiras, com reportagens exclusivas e análises, a partir do dia 22.

Turbinamos nossa equipe para a cobertura mais corajosa e combativa das eleições de 2022

A jornalista Carla Jimenez, nova colunista e apresentadora do Contragolpe.

Foto: Fernando Cavalcanti

Para ter acesso a esses conteúdos, assine gratuitamente a newsletter do Intercept.

Ao lado de nossos jornalistas, Jimenez também vai ancorar um programa semanal de debate sobre as eleições, de mesmo nome, “Contragolpe”, sempre às quartas-feiras, com transmissão ao vivo no nosso canal no YouTube.

Repórter investigativo de origem e escritor renomado autor de vários livros, Xico Sá se junta à nossa equipe de colunistas. Vencedor de premiações importantes do jornalismo, como o prêmio Esso, ele escreverá uma coluna quinzenal, publicada às sextas-feiras, com estreia marcada para essa semana.

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O jornalista e escritor Xico Sá.

Foto: Daniel Marenco/Folhapress

Além disso, nossa equipe já está em campo produzindo reportagens neste período tão crucial. Acompanharemos as movimentações dos dois principais candidatos à Presidência da República: Lula e Bolsonaro. Rafael Moro Martins, autor e editor de algumas das matérias mais relevantes da Vaza Jato, e Guilherme Mazieiro, já estão acompanhando a campanha de Bolsonaro à reeleição. Atualmente, Martins é editor contribuinte sênior do Intercept em Brasília e Mazieiro, responsável pela nossa cobertura política.

Para produzir reportagens exclusivas, ainda reforçamos nossa cobertura das eleições com jornalistas acostumados a dar nome aos bois e pôr o dedo na ferida. O repórter Ricardo Galhardo, que nos últimos 25 anos tem se dedicado à cobertura da política nacional com foco no PT, se junta ao time para cobrir de perto a campanha de Lula.

Sabemos o caminho para causar impacto e promover mudanças e usamos o jornalismo independente e combativo para isso. Essas são as eleições mais importantes da história recente do país, e não podemos perder a oportunidade que 2022 nos reserva.

A VIRADA COMEÇA AGORA!

A virada começa agora!
Todo fim de ano traz metas pessoais. Mas 2026 exige algo maior: metas políticas — e ação imediata.
Qual virada você quer para o Brasil?
A que entrega ainda mais poder à direita para sabotar o povo — ou a virada em que eles ficam longe do Congresso, do Senado e da Presidência?
Eles já estão se movendo: o centrão distribui emendas para comprar apoio, as igrejas fecham pactos estratégicos, as big techs moldam os algoritmos para favorecer seus aliados, e PL, Republicanos e União Brasil preparam o novo candidato queridinho das elites.
E tudo isso fica fora dos holofotes da grande mídia, que faz propaganda fantasiada de jornalismo — sempre servindo a quem tem dinheiro e poder.
Aqui não. No Intercept Brasil, suas metas de ano novo para o país também são as nossas. Estamos na linha de frente para expor esses projetos de poder e impedir que 2026 seja o ano da extrema direita.
Mas essa virada depende da mobilização de todos.
Para continuar investigando — e desmontando — cada etapa dessa articulação silenciosa, precisamos da sua doação.
E ajude a conquistar as metas que o Brasil precisa.
Fortalecer o jornalismo independente que não deve nada a políticos, igrejas ou empresas é a única forma de virarmos o jogo.

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